Sobre Mim
Sou uma pessoa criativa e sempre gostei de compartilhar minhas ideias, opiniões e habilidades com todos ao meu redor. Meus vídeos me dão a oportunidade perfeita para fazer isso.
Acredito na fidelidade da minha marca, dos meus seguidores e minha própria. Criar um conteúdo único e interessante é minha maior prioridade e convido você para conhecer meu mundo. Continue explorando meus vídeos, minhas notícias recentes e muito mais por aqui. Se quiser bater um papo, estou aqui!
04/08/1974 – Nascimento no distrito de Viana com pouco mais de 500 habitantes, isso mesmo QUINHENTOS HABITANTES, pertencente ao Município de Bonito de Santa Fé; Desta fase pouco lembro, ficando gravado na minha memória duas cenas: a primeira era que morávamos numa casa com frente para o Sul e desta via-se todos os carros que entravam no povoado, ao longe só se via a nuvem de poeira que levantava, pois a única rua existente era de barro; a outra cena, até hoje gravada, era que no quintal da casa havia um pé de laranja, e quando da safra nos esbaldávamos, além de ficarmos jogando as cascas de laranja para uma lagartixa, lembro que ficávamos perguntando se a lagartixa queria as cascas, não sei se ela nos entendia, mas balançava a cabeça de forma afirmativa.
1975 – Mudança para o sítio Belo Jardim, terra dos meus bisavôs paternos, no Município de São José de Piranhas, desta fase lembro-me que muito pequeno ia com meu pai para a roça, eu não trabalhava, mas lembro-me que meu pai limpava um canto sobre a sombra de uma árvore e lá eu ficava brincando, fazendo o curral de meus bois, que eram pedras que eu catava por ali mesmo, com gravetos;
1979 – Por arte do destino, mudança para a zona urbana de São José de Piranhas, lembro que no dia da mudança fui em cima dos móveis, Dalí de cima, de tão alto, parecia que eu estava nas nuvens e meu grande medo era cair e não mais está com meus pais e irmãos;
1982 – Já alfabetizado em casa por minha mãe, início dos estudos na casa de Dona Célida, uma guerreira, casada com um alcoólatra que toda vez que chegava em casa batia na pobre coitada, que dava aulas pelo município, cuidava da casa e dos 4 filhos; dizem que foram morar em São Paulo e lá todos viraram protestantes, inclusive o esposo. Desses anos de estudo inicial lembro de três coisas: primeiro que todos os dias íamos para a “escola”, cada qual com uma cadeira na cabeça, não para sentar, mas para que esta pudesse servir de apoio para escrever, pois sentávamos no chão mesmo, gratos ao Dr. Luiz Alberto de Paiva, prefeito do município que contratou Dona Célida para ser professora em casa devido a falta de escolas no município; a segunda, que Dona Célida teimava comigo para que eu escrevesse meu nome com “U” no final, pois esta dizia que Salatiel era SALATIEU, a pelenga só se resolveu quando falei com minha mãe e pedi para levar meu registro de nascimento para que Dona Célida aceitasse meu nome com “L” no final; a terceira, e mais tosca, foi que minha mãe nos proibiu de “merendar na escola”, pois fazia parte da “merenda” quisuqui, e era comum os filhos de dona Célida aparece na rua com “luvas de quisuqui”;
1983 – Já disciplinados, Dona Célida não mais quis ser professora de seus alunos, pois já sabíamos tudo e teríamos que “passar de série”, então fui cursar a segunda série do Fundamental I no Grupo Escolar Duque de Caxias, onde passei 3 bons anos, tirando a vez que pedi para ir ao banheiro e a substituta da professora não deixou, com isso, do jeito que estava sentado na carteira, ali mesmo urinei, tive duas professoras inesquecíveis, (Dona Fátima e Dona Nely); nessa fase tive meus primeiros brinquedos de verdade, inicialmente carro de lata, depois dois carrinhos de plástico, um com bois e outro com cavalos,
1987 – Início do Ensino Fundamental II no Colégio Estadual Joaquim Lacerda Leite, onde em 1991 cursei o 1º ano do Ensino Médio, um universo, lá fiz grandes amigos a exemplo de Maurício Batista, também tive grandes mestres e mestras, Dona Elinete Rolim e Dano Helena as cátedras da Língua Portuguesa, Dona Delza, com uma deficiência na mão esquerda e Perrerinha, deficiente verticalmente, de História, Dona Neide Gomes de Geografia, Matha, isso mesmo, sem o “DONA”, ela não gostava e também era bem nova, de Inglês, Vicente de Matemática, Chico Tabuleta de Educação Física, José Lira (Marmitão), In Memoriam, de Física, Dona Araci de Almeida e Dona Iva de Educação Artistica, lembro que com Dona Iva fazíamos um teatro da Escolinha do Professor Raimundo, eu fazia as piadas e ainda interpretava Seu Sambarilove, e seu Aldemar Vigário, fizemos apresentações em alguns municípios para ao fim do ano viajar para Fortaleza, detalhe, meu pai não deixou eu ir por ser “muito perigoso”;
1992 – Mais uma mudança na vida, vindo com a cara e a coragem para João Pessoa, cursando o Ensino Médio no Colégio Pio XI – Beira Rio, ampliação dos amigos e conhecimento;
1995 – Ingresso na Universidade Federal da Paraíba para cursar Licenciatura em História, trabalhando como balconista de farmácia, e logo a seguir uma experiência como corretor de imóveis;
1996 a 2009 – Início da vida em sala de aula como professor no Instituto de Educação Carrazzoni, depois no Centro de Educação Integrado, Colégio Líder, Colégio Mais, Alternativo Vestibulares, Centro Integrado de Educação, Pré-Vestibular da Igreja Santa Júlia, Pio XI – Bessa, Viver e Aprender e Colégio Meta;
2003 – Início da Pós-Graduação em História do Brasil na Faculdade Integrada de Patos;
2008 – Início do Curso de Bacharel em Direito na Faculdade Potiguar da Paraíba;
2009 – Trabalho no Tribunal de Justiça como Diretor de Centro;
2010 – Mudança para a FESP – Faculdades;
2011 – Exercício da Advocacia no Escritório Coriolano Dias de Sá Sociedade de Advogados;
19/06/2012 – Término do Curso de bacharel em Direito:
2016 – Foi um dos condutores da Tocha Olímpica para os Jogos Olímpicos;
2017 – 2019 – Enfrentei e venci uma Síndrome do Pânico e Transtorno de Ansiedade.
Vale dizer que saí de um lugar sem as menores perspectivas de “vida” e hoje me orgulho de toda a luta contra as adversidades, mas pelo que se pode denotar acima: ACERTEI MAIS DO QUE ERREI.
Amigos… fiz muitos nessa longa estrada, inimigos… não lembro se tenho, espero que não!
Desapontar algumas pessoas? Isso tenho certeza que sim! Por querer? Tenho certeza que não.
Para tudo isso só tive um alimento: saber que alguns poucos torcem pelo meu fracasso; a sobremesa disso? A FORÇA QUE RECEBI DOS VERDADEIROS AMIGOS!
Tudo isso SOU EU!!
Se você gosta… que bom!!
Se você não gosta… Sinto muito… Mas vou continuar a te dá muito trabalho… e raiva também pois eu vim e estou aqui pra ficar!
